sábado, 13 de abril de 2013

Oi, tudo bem?

Se você está diante desta tela de computador recebendo meu cumprimento é porque eu ainda não cheguei pra você. Talvez eu já tenha chegado bem perto, mas, como não era a sua hora, só cheguei perto, não tirei nada de você. Não tomei o que você tem de mais precioso: sua vida. Passei de raspão, mas não era sua hora e eu fui embora.

Só você tem sua vida, e a sua vida é só de você. Você deveria ser mais forte do que eu, obviamente. Ou você não ama sua vida pra querer segurá-la com todas as suas forças? Sua vida não é importante pra você a ponto de largar tudo pra ficar só com ela? Quão pouco é o seu amor por sua própria vida que não luta e ganha essa luta?

Ah! não venha me dizer que você está preocupado com outras tantas coisas e não tem tempo pra pensar nisso. Depois não vá dizer que eu não avisei...

Sou atarefada... atarefadíssima, por sinal. Não paro, nunca parei... trabalho em várias frentes ao mesmo tempo. E, olha, tirei um tempinho pra contar pra você alguns fatos ... reais. Sei, aí há uma redundância - se é um fato, é real -, mas estou sendo redundante propositadamente... talvez assim você preste mais atenção em mim e consequentemente em sua vida. Você, de verdade, quer perdê-la?

Vamos, lute comigo.... estou dando uma chance de lutar, de mostrar quão importante é pra você sua própria vida.

Ah!, mais uma coisinha... muitos lutaram comigo até o fim. Não me aceitaram passivamente. Lutaram, esbravejaram, ficaram com marcas profundas no corpo e na alma... sobreviveram (deixei-os pensar que ganharam). Mas, você sabe, foi por um tempo só; quando chegou a hora eu cheguei e levei-os embora... e fim!

E você?

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